sábado, 14 de setembro de 2019

"DEUS É LUZ! E VOCÊ?"


1 Jo 1:5 Ora, a mensagem que, da parte dele, temos ouvido e vos anunciamos é esta: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma.

I João 1:6 Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade.

I João 1:8 Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós.

I João 2:4 Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade.

I João 2:21 Não vos escrevi porque não soubésseis a verdade, mas porque a sabeis, e porque nenhuma mentira vem da verdade.

I João 3:18 Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade.

I João 3:19 E nisto conhecemos que somos da verdade, e diante dele asseguraremos nossos corações;

I João 4:6 Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus ouve-nos; aquele que não é de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos nós o espírito da verdade e o espírito do erro.

I João 1:7 Mas se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.

I João 1:3 O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo.

I João 2:7 Irmãos, não vos escrevo mandamento novo, mas o mandamento antigo, que desde o princípio tivestes. Este mandamento antigo é a palavra que desde o princípio ouvistes.

I João 3:23 E o seu mandamento é este: que creiamos no nome de seu Filho Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o seu mandamento.

I João 5:3 Porque esta é a caridade à Deus que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados.

I João 2:8 Outra vez vos escrevo um mandamento novo, que é verdadeiro nele e em vós; porque vão passando as trevas, e já a verdadeira luz alumia.

I João 2:9 Aquele que diz que está na luz, e aborrece a seu irmão, até agora está em trevas.

I João 2:10 Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo.

I João 2:11 Mas aquele que aborrece a seu irmão está em trevas, e anda em trevas, e não sabe para onde deva ir; porque as trevas lhe cegaram os olhos.

I João 3:15 Qualquer que aborrece a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem permanecente nele a vida eterna.

I João 3:12 Não como Caim, que era do maligno, e matou a seu irmão. E por que causa o matou? Porque as suas obras eram más e as de seu irmão justas.

I João 5:18 Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca.

I João 5:19 Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo está no maligno.

I João 4:20 Se alguém diz: Eu amo a Deus, e aborrece a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?

I João 2:29 Se sabeis que ele é justo, sabeis que todo aquele que pratica a justiça é nascido dele.

I João 3:7 Filhinhos, ninguém vos engane. Quem pratica justiça é justo, assim como ele é justo.

I João 3:10 Nisto são manifestos os filhos de Deus, e os filhos do diabo. Qualquer que não pratica a justiça, e não ama a seu irmão, não é de Deus.

I João 4:21 E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão.

I João 3:14 Nós sabemos que passámos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama a seu irmão permanece na morte.

I João 4:7 Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.

I João 4:8 Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.

I João 3:17 Quem pois tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele a caridade de Deus?

I João 3:16 Conhecemos a caridade nisto que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos.

I João 5:1 TODO aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido.

I João 4:10 Nisto está a caridade, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.

I João 4:12 Ninguém jamais viu a Deus; se nos amamos uns aos outros, Deus está em nós, e em nós é perfeita a sua caridade.

*#DEUS*
*#LUZ*
*#COMUNHÃO*
*#AMOR EXERCITADO*
*#MANDAMENTO = TORAH NA BASE*
*#JUSTIÇA PRATICADA*
*#VERDADE*
*#FILHO DE DEUS*
*#NASCIDO DE DEUS*

"O QUE APRENDEMOS COM A ORAÇÃO DO PAI NOSSO?"


"6 COISAS QUE FAREMOS MUITO BEM EM NÃO ESQUECERMOS QUANDO ORARMOS"

Texto Chave: Mateus 6:9-13 Diz: "Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!"

A ORAÇÃO DO PAI NOSSO NOS ENSINA QUE EM NOSSAS ORAÇÕES NÃO PODEMOS NOS ESQUECER QUE AQUELE À QUEM ORAMOS, É:

PAI

Como Filhos dEle pela fé em Cristo, nós precisamos santificar o nome dEle por meio de nossas ações ou do nosso procedimento.

Nossas ações podem fazer com que o nome do Santo Bendito seja Ele seja glorificado ou profanado pela boca dos incrédulos e/ou pagãos que naturalmente já falam mal de nós!

REI

Como súditos do Reino dEle nós precisamos ansear pelo Reino de dEle que breve há de ser implantado sobre a terra!

SENHOR

Como servos dEle precisamos aceitar que a vontade dEle prevaleça sobre a nossa!

PROVEDOR

Como dependentes dEle precisamos aprender a confiar nEle! 

DEUS

Como pecadores precisamos buscar dEle o perdão que concedemos aos outros!

PROTETOR

Como habitantes deste mundo no qual temos aflições precisamos acreditar que Ele é aquele que nos guarda e nos livra!

Pr. Thiago G. Sanchez

"O ANO DO JUBILEU"


"O ANO DO JUBILEU"

Texto Chave: Levítico 25:8-9 diz: "Contarás sete semanas de anos, sete vezes sete anos, de maneira que os dias das sete semanas de anos te serão quarenta e nove anos. Então, no mês sétimo, aos dez do mês, farás passar a trombeta vibrante; no Dia da Expiação, fareis passar a trombeta por toda a vossa terra."

«Jubileu», palavra derivada do hebr. «yowbel» ou, «yobel», que significa: carneiro, chifre de carneiro. Ao iniciar o ano do jubileu, se fazia soar o yobel.

Todo quinquagésimo ano é ano do Jubileu!

No dia 10 do Sétimo mês que é o de Tshre ou Tshri (que é o dia da expiação, dia que o sacrifício anual era oferecido pelo sumo sacerdote da época, pelos próprios pecados deste, e, em seguida, pelos pecados de toda a nação) a trombeta era soada, produzindo um som distinto, proclamando assim o ano do Jubileu, que significa: LIBERTAÇÃO, LIBERDADE, RESTAURAÇÃO, E PROVISÃO PLENA; isso era anunciado por toda a terra a todos os seus moradores!

O mês de tishri equivale, mais ao nosso meado de setembro e de meado de outubro.

O LEMA DO ANO É: Liberdade! 

Propriedades pertencentes à família eram devolvidas aos seus proprietários originais; famílias eram novamente reunidas; escravos hebreus eram libertados; antigas dividas simplesmente eram riscadas.

Quando a trombeta ecoava pela terra, proclamava-se libertação aos cativos. V 10

O ano do Jubileu trata-se de uma celebração Santa ao Senhor. V 12a

O ano do Jubileu trata-se de um tempo para descansar do trabalho. V 12b

Nesse ano o Eterno deve ser adorado com ofertas e sacrifícios, bem como deve-se alegrar-se diante das festas de Deus estabelecidas por Ele. 

Nesse ano a terra é liberada para descansar o ano todo. V 11

Nesse ano os escravos hebreus são libertados. V 13

Nesse ano a propriedade retorna aos proprietários originais. Vrs 14-17,23 (Lv 27:24) 

Nesse ano os filhos de Israel vivem da produção das colheitas que Deus lhes dá. Lv 25:12

Em cada sexto ano o povo deveria confiar que Deus faria a terra produzir o necessário para dois anos, ou seja, para o sexto e para o sétimo ano que era ano sabático para a terra/solo onde está terminantemente proibido semear, plantar; mas o que Deus pedia para o povo? Vrs 18-22

Mas onde Cristo entra nesta história? 

A pregação do Evangelho é a proclamação do jubileu espiritual. Jesus, nosso grande Sacerdote, pregou libertação aos cativos (Is 61:1) e a abertura da prisão aos que estão presos. Note que o jubileu começa na noite do dia da expiação; a obra expiatória de nosso Senhor é a principal fonte de nossa sagrada alegria.

Pr. Thiago G. Sanchez

"O GRANDE DIA DA EXPIAÇÃO"


"O GRANDE DIA DA EXPIAÇÃO"

† «YOM KIPPUR» †

Um dia por ano, o Sumo Sacerdote (Kohen HáGadol), deixava o véu (poreketh) à parte e entrava no Santo dos Santos (Kodesh Há Kodashim), para fazer expiação (Kaphar) pelos pecados (chatta’ah) da nação e para através do arrependimento sincero (nocham) receber o perdão (c ^ eliychah) de Deus (Elohiym). O dia 10 do 7º mês – Tishre. Pelo nosso calendário, estaria entre o fim de setembro ou o início de outubro.

Trata-se de um dia de jejum (tsowm ou tsom) no qual nenhum trabalho (m ela’kaĥ) poderia ser feito. Levítico 23:26-32

O dia da expiação (Yom Kippur) era para o sacerdócio, para o povo, e para o lugar de habitação de Deus, o  Tabernáculo (Mishkan), que Ele disse, reside com eles no meio das suas imundícias (tum’ah).’ Levítico 16:16

O propósito do dia da expiação era desviar a ira de Deus pelos pecados do povo no último ano, e buscar o favor diante d’Ele. Era o dia no qual o significado do sistema expiatório alcançava seu ponto mais alto. Apesar de diariamente, semanalmente, haver sacrifícios (zebach) que eram oferecidos, ainda haviam pecados (chatta’ah) que não foram reconciliados completamente, e neste dia especial todas as pessoas buscavam a Deus para serem perdoadas.

ENTRANDO RAPIDAMENTE NA TRADIÇÃO JUDAICA

E agora, o que os judeus fazem para receber expiação?

ARREPENDIMENTO

Com a queda do Templo em Jerusalém e o cessar temporário das ofertas expiatórias por falta de Templo em Jerusalém, o arrependimento como o meio de expiação para os pecados tornou-se um assunto extremamente importante no judaísmo. Até mesmo quando os sacrifícios ainda eram realizados, os Rabinos ensinavam que era preciso haver contrição, para que uma oferta fosse aceita por Deus. 

ELES AFIRMAVAM:

“Nem ofertas pelo pecado, nem ofertas pela transgressão, nem morte, nem o dia da expiação, podem trazer expiação sem haver arrependimento”. [Tosifta Joma v. 9].

Quando o Templo foi destruído e os sacrifícios já não podiam mais ser oferecidos, o povo judeu precisava de uma garantia de perdão e expiação.

ASSIM OS RABINOS DISSERAM:

“De onde é derivado que, se a pessoa se arrepende, é imputado a ela como se ela tivesse subido para Jerusalém, construído o Templo, erguido um altar e oferecido os sacrifícios exigidos na Torah? Do texto, “os sacrifícios para Deus são um espírito quebrantado” Salmo 51:17 [Lev. R. vii 2].

"Eu não quero de vocês sacrifícios e oferecimentos, mas palavras (de contrição); como é dito, " Tomai convosco palavras, e convertei-vos ao SENHOR" (Os 14:2) [Exod. R. xxxviii. 4].

Também neste dia (o de yom kippur) foi revelado mais claramente do que em outro dia, o Ministério do Sumo Sacerdote como Mediador entre Deus e o homem. Neste dia, como o representante oficial do povo, ele tinha acesso a presença de Deus, e o povo compartilhava esse acesso. Ao sair vivo do Santo dos Santos, o povo soube que Deus manteve sua aliança e estendeu mais uma vez a Sua clemência. Mas isto não pôde acontecer sem arrependimento, e a confissão de pecados e, claro que, o sangue de um substituto. Nm 29:7,8

O dia começava com a preparação pessoal de Arão, o sumo sacerdote por causa da sua Santa participação como mediador pelo povo. Tudo o que ele fazia na cerimônia tinha um significado que poderia ser entendido em relação à necessidade de perdão do homem.

Em primeiro lugar, Arão tira as suas vestes sacerdotais comuns. As vestes oficiais dele que eram para glória do ornamento, não seriam vistas neste momento. Arão era um homem pecador e assim, ele só se vestiu de linho branco, e precisava se arrepender juntamente com a totalidade da nação. Neste dia ele estaria se aproximando de Deus como um pecador em busca do perdão.

Vestido em túnica de linho branco, longa e adereçada, com uma faixa de linho sendo-lhe por cinto, ele ia adiante, com os olhos de todos os israelitas arrependidos fitos nele, e então atravessava o portão de entrada do pátio e conduzia um novilho e um carneiro. Este era o mesmo modo que qualquer outro pecador arrependido normalmente viria, mas desta vez ele viria buscar primeiramente o perdão de Deus por ele, por sua família, e pelos sacerdotes. 

Ele conduzia o novilho ao altar de holocausto, e lá colocava as suas mãos em sua cabeça, confessava o seu próprio pecado, e os da sua família, então o sacrificava. O animal era substituto por Arão, e seu sangue era derramado de forma que a expiação poderia ser feita pelos seus pecados. Arão levava o sangue do sacrifício e o colocava em uma tigela. Ele enchia o incensário com brasas do altar de bronze no qual as partes daquele sacrifício foram queimadas até se tornarem cinzas. Então ele lavava os os pés e as mãos na pia de bronze para entrar no santo lugar. Deste momento em diante ele estava escondido da vista do povo.

Ao atravessar o santo lugar ele recolhia dois punhados do incenso do altar dourado de incenso, e então se colocava de frente para o véu que separava o Santo lugar do lugar Santíssimo. Era esse um momento temeroso pois era quando ele movia a cortina e avançava entrando assim diante da presença de Deus.

Primeiro, Arão aspergia o incenso nas brasas do incensário que ele estava levando, de forma que o santo cômodo era cheio de uma nuvem. E então, ele levava o sangue, e com o dedo aspergia no propiciatório entre os querubins do juízo. O seu último ato era aspergir o sangue no chão, na frente da arca da Aliança, 7 vezes. A presença do SENHOR era demonstrada pela nuvem da Glória que vinha sobre o Tabernáculo, e descia até o Santo dos Santos (lugar Santíssimo), entre os Querubins. O povo do lado de fora via a descida da nuvem.

Quando Arão saia do Tabernáculo, ele ia à porta da Tenda da Congregação (Lev. 16:7) enquanto eram conduzidos dois bodes até ele. Então ele lançava sortes. Como resultados, um bode era escolhido como bode para o SENHOR, enquanto que outro se tornava o bode da saída ou o bode expiatório.

O PRIMEIRO BODE

O primeiro bode era sacrificado da mesma maneira que a oferta de Arão havia sido, só que desta vez era pelos pecados do povo. Como o sumo sacerdote, ele colocava as suas mãos sobre a cabeça do bode e como representante do povo ele matava o bode por eles.

Novamente Arão voltaria ao Lugar Santíssimo. Uma vez mais em oração e adoração, ele aspergia o sangue da oferta pelo pecado sobre o propiciatório acima da arca da aliança, e aspergia 7 vezes no chão em frente do propiciatório.

DE ACORDO COM A TRADIÇÃO JUDAICA

Durante este tempo, as pessoas ficavam com grande medo. Se o sumo sacerdote demorasse, eles ficavam terrificados, pois seria um sinal de que tal sacrifício não havia sido aceito, e ele havia morrido na presença de Deus.

Quando Arão, em uma atitude de louvor, acabava sua tarefa no santo dos santos, ele abria a cortina do véu e voltava ao lugar santo para o altar de ouro. Nesta hora, ele não oferecia incenso nele, mas com o dedo, ele aspergia um pouco do sangue em seus quatro chifres ou suas quatro pontas.

Quando Arão voltava à vista do povo, ele ia para o altar do holocausto, e da mesma maneira aspergia em seus quatro chifres ou pontas o sangue do touro e do bode.

O SEGUNDO BODE

O segundo dos dois bodes estava parado. Era o bode expiatório. Este bode viveria, mas a ordem era de que ele deveria "ser levado para o deserto". Lev. 16:20-22

Esse era um quadro vivido do pecado que é removido e nunca mais visto. Como Davi disse: Sl 103:12

E este bode que representava a remoção de pecados, era levado para um lugar isolado no deserto, para nunca mais ser visto novamente.

Arão colocava ambas as mãos na cabeça do bode e confessava em cima do bode expiatório "toda a maldade e rebelião do povo de Israel" (Lv 16:21).

Em um ato de substituição simbólica, ele colocava (os pecados) na cabeça do bode, que era levado então, para longe, nos confins do deserto por um homem escolhido; este por sua vez, levaria o bode expiatório, e só retornaria quando seguramente o animal não mais poderia retornar.

Como a grande cerimônia estava terminando, Arão voltava do lugar Santo, para banhar o corpo inteiro em água, ele vinha então para fora.

Ele tinha mais um oferecimento a fazer. Era um holocausto que, diferente de todos os outros sacrifícios, era consumido completamente através do fogo no altar. Arão oferecia um cordeiro para ele, e um para o povo, era um ato de louvor e adoração a Deus, por ter provido um meio de expiação; uma forma de, vamos assim dizer, fazer uma média; ficar acima da média.

JESUS O CRISTO E A NOVA ALIANÇA

O livro de Hebreus nos ensina como o Filho de Deus, Jesus o Cristo, se tornou o Supremo Sumo Sacerdote além de quem não há nenhum outro. Este Sumo Sacerdote é alguém que conhece todas as nossas tentações e fraquezas humanas, porque Ele foi provado e tentado, e permaneceu fiel. Ele se tornou como um de nós, podendo nos representar verdadeiramente perante Deus o Pai. Hb 4:15

A carta direcionada aos israelitas/hebreus explica-nos que Cristo não veio como um filho de Arão, mas como sacerdote da ordem de Melquisedeque. Hb 7:1-3

Isto havia sido profetizado à muito tempo, nas inspiradas Escrituras por Davi: Sl 110:4

Davi enfatiza essas palavras, "Tu és sacerdote eterno. Alguém permanentemente pronto para a tarefa sacerdotal." Ele declara, porque Jesus vive para sempre, tendo um sacerdócio permanente. Hb 7:24-27

O autor de Hebreus então, enfatiza o padrão de adoração daquele que se aproxima de Deus. Ele fala do Tabernáculo, o Santo lugar e o Santo dos Santos. Ele fala da Arca da Aliança e dos querubins da Glória que ofuscam o propiciatório, e então conclui mostrando que o sumo sacerdote tinha que entrar continuamente no Santo dos Santos, ano após ano, e o fato de que ele sempre tinha que entrar continuamente no Santo dos Santos, ano após ano, e o fato de que ele sempre tinha que levar mais sangue, simplesmente mostrava a ineficácia daquele padrão para trazer salvação completa. Hb 9:11-26 / Hb 10:12,13

Estamos debaixo de uma aliança superior na qual o Mediador entre Deus e o homem é o Sumo sacerdote eterno Jesus o Cristo homem segundo a ordem de Melquisedeque, que ofereceu o próprio sangue como sacrifício a fim de lançar fora o pecado. 1 Tm 2:5 / 1 Jo 1:7

Tal sacrifício é perfeito. Hb 10:19-22 / Hb 7:25

O Tabernáculo de Deus não está mais no deserto. A presença de Deus habita em nós, nós somos o Mishkan (Tabernáculo/Moradia) de Deus. Gálatas 2:20

Pr. Thiago G. Sanchez

"FÉ"


"FÉ"

Texto Chave: Hebreus 11:39,40

A FÉ (hb. Emunah; gr. Pistis), NO SEU SENTIDO PLENO, ABRANGE QUATRO PONTOS FUNDAMENTAIS:

1. EXERCER CRENÇA, ACREDITAR [por exemplo, nas realidades espirituais] (vrs. 1,3,6,7),

2. EXERCER CONFIANÇA (v. 8,11,28-30),

3. EXERCER FIDELIDADE (vrs. 8,17,31),

4. EXERCER CORAGEM (v. 23)

5. EXERCER RENÚNCIA (v. 24) 

6. EXERCER FIRMEZA DE PROPÓSITO (v. 27)

7. MANIFESTAR ESPERANÇA (vrs. 9,10,18,19),

A IMPORTÂNCIA DESSA FÉ, SEGUNDO O ESCRITOR

FOI POR MEIO DESSA FÉ QUE: Alcançaram bom testemunho. v. 2

Testemunho de ser justo. v. 4

Testemunho de haver agradado a Deus. v. 5

CONCLUSÃO: vrs. 13-16 

Algumas promessas terrenas estes homens e mulheres heróis da fé (mesmo falhos, pecadores, e alguns oscilantes na fé) vivenciaram em vida, já outras promessas eles não vivenciaram durante a própria vida e isso porque Deus planejou algo melhor, isto é, algo que nos envolveria, nós, os que viemos depois, de forma tal que apenas conosco eles alcançariam o objetivo (ou, "seriam aperfeiçoados, tornar-se-iam completos"), o plano secreto de Deus para a história, que envolvia tornar os seres humanos de todos os lugares, tempos e culturas (Ap 7:9,10 / Ap 5:9-13) perfeitos, tendo seus pecados perdoados por Deus, reconciliando com Deus tanto gentios quanto judeus, capacitando a estes à estarem eternamente na presença de Deus como Jesus agora está; e isso é de uma glória inimaginável. Somente por meio dessa fé (que abrange os sete pontos acima) em Deus é que alguém pode usufruir dos seus benefícios!

Pr. Thiago G. Sanchez

"EXIGÊNCIAS DIVINAS COM RELAÇÃO AO REI DE ISRAEL"


"EXIGÊNCIAS DIVINAS COM RELAÇÃO AO REI DE ISRAEL"

Texto: Deuteronômio 17:14-19 diz: "Quando entrares na terra que te dá o SENHOR, teu Deus, e a possuíres, e nela habitares, E DISSERES: Estabelecerei sobre mim um rei, como todas as nações que se acham em redor de mim, estabelecerás, com efeito, sobre ti como rei aquele que o SENHOR, teu Deus, escolher; homem estranho, que não seja dentre os teus irmãos, não estabelecerás sobre ti, e sim um dentre eles. Porém este não multiplicará para si cavalos, nem fará voltar o povo ao Egito, para multiplicar cavalos; pois o SENHOR vos disse: Nunca mais voltareis por este caminho. Tampouco para si multiplicará mulheres, para que o seu coração se não desvie; nem multiplicará muito para si prata ou ouro. Também, quando se assentar no trono do seu reino, escreverá para si um traslado desta lei torah num livro, do que está diante dos levitas sacerdotes. E o terá consigo e nele lerá todos os dias da sua vida, para que aprenda a temer o SENHOR, seu Deus, a fim de guardar todas as palavras desta lei e estes estatutos, para os cumprir."

COMENTÁRIO:

O período dos Juízes cobriu cerca de trezentos anos; e durante esse tempo ocorreram sete apostasias e sete servidões a sete nações pagãs. O livro de Juízes fala em cerca de treze homens que foram levantados para soerguer Israel em um período de declínio e desunião, que começou depois da morte de Josué, quando se levanta uma geração que não conhecia ao SENHOR. Esse livro retrata essencialmente um quadro de miséria e fracasso, com algum ocasional lampejo de luz de vitória.

Os judeus consideraram isso que consta em Deuteronômio 17:14,15, como uma ordem para que fosse estabelecido um rei sobre eles; ao passo que era apenas uma permissão, caso eles desejassem um rei e resolvessem que teríam um monarca, conforme Deus prevíra que o fariam.

SEGUE NOVE EXIGÊNCIAS DIVINAS COM RELAÇÃO AO REI DE ISRAEL:

1. SER ESCOLHIDO POR YAHWEH. A escolha, eventualmente, recairía sobre a família de Davi, por meio de quem a monarquia prosseguiría, até o surgimento do Rei-Messias.

2. SER UM HEBREU NATO, E NÃO UM ESTRANGEIRO. Este seria um líder espiritual e religioso de um povo distinto, razão pela qual tinha de ser um deles.

3. NÃO MULTIPLICAR CAVALOS. Vários reis de Israel e Judá desobedeceram a essa regra, preferindo imitar os monarcas pagãos. O exército de um rei em Israel tería de ser formado por infantes, e não por cavaleiros, com seus cavalos e carros de combate, e suas máquinas de guerra. Isso faria automaticamente o exército de Israel ser mais fraco que o exército de outras nações. Mas parece que era precisamente isso que o Senhor queria. Um Israel militarmente mais fraco teria de depender mais de Yahweh. Depender de Yahweh era mais importante do que ter um exército superior, de acordo com o ponto de vista do autor sagrado.

4. NÃO RECORRER AO EGITO. Isso fatalmente sucedería se o rei multiplicasse cavalos. Pois ele tería de obter muitos deles no Egito. Em breve estaria buscando o favor do Faraó e firmando alianças com ele.

5. NÃO CAIR NO LAÇO DA POLIGAMIA. Muitas esposas significariam muitas influências; e muitas influências incluiríam algumas que levariam à prática da idolatria, que fosse praticada pelas mulheres do rei. Foi precisamente isso que aconteceu no caso de Salomão. Contudo, a idéia de muitas mulheres para um homem parece atrativa para muitos.

6. NÃO JUNTAR EXCESSIVAMENTE OURO E PRATA. Israel esperava que seus reis fossem homens ricos e poderosos. Mas certos limites teríam de ser observados. O rei deveria cuidar de importantes questões nacionais. Ele não podería ficar juntando riquezas materiais conforme fazem os ricos. O ideal judaico era que os bens do rei deveríam ser suficientes para todas as despesas de sua corte, incluindo salários dos servos, atendentes etc,; o bastante para a manutenção da adoração sagrada, efetuada no Templo; o suficiente para manter uma vida confortável, e também para fazer guerra. Todavia, um rei de Israel não deveria usar de exagero no tocante à questão das riquezas pessoais e da amplidão de seu tesouro pessoal.

7. CONHECER AS INSTRUÇÕES DIVINAS CONTIDAS NAS ESCRITURAS. Um rei de Israel deveria dispor a toda hora de uma cópia das leis acerca do rei ideal, lendo-a com frequência e seguindo-a bem de perto. Também deveria tornar-se profundo conhecedor da Torah, a fim de que pudesse ser um homem espiritual, e deveria ser praticante de sua fé, a fim de servir de exemplo para Israel. As leis (instruções divinas; O Manual da Vida) da parte do ETERNO deveríam fazer parte da vida diária de um monarca hebreu.

8. LER E ESTUDAR DIARIAMENTE AS ESCRITURAS. O rei também era um discípulo, um aprendiz. Era mister que ele aprendesse a temer a Yahweh; pois ele teria de aprender a guardar todos os mandamentos aplicáveis a ele. Os monarcas de Israel deviam ser versados nos mandamentos, nos estatutos e nos juízos da lei, torah; e só podiam tornar-se eficientes quanto a isso, mediante um esforço concentrado de estudo e aplicação.

9. TER HUMILDADE E CONSERVA-LA EM SI ATÉ O FIM. Embora fosse um monarca, um rei de Israel seria mantido em atitude de humildade por meio do estudo e da prática dos princípios da lei, torah, tanto diante de Yahweh como diante de seus súditos. Se ele amasse conforme lhe tinha sido ordenado (ver Deut. 6.5), não perseguiría nem abusaria de ninguém. Se ele servisse, não exigiría tanto em ser servido. Se ele temesse, não procuraria prejudicar a outras pessoas. Se ele obedecesse, não teria de ser repreendido pelos profetas e sacerdotes, a fim de que voltasse à prática da conduta correta. E também não se desviaria nem para a direita nem para a esquerda quanto às práticas idólatras, nem entraria em alianças ilegais com potências estrangeiras.

TUDO ISSO PRA QUE?

"[PARA] QUE PROLONGUE OS DIAS NO SEU REINO!" Uma promessa feita aos monarcas de Israel. Pessoalmente, o rei teria vida longa e prosperidade, e, por sua vez, assim também sucederia aos seus familiares e aos seus súditos. Trata-se da mesma promessa geral dada a todos quantos obedecessem à perfeita santa justa boa bendita e espiritual lei torah de Deus que é caminho, verdade, e vida. 

"E SEUS FILHOS." Essas palavras indicam que a monarquia israelita seria hereditária, o que se viu, eventualmente, na família de Davi. O Rei-Messias veio dessa linhagem, tendo sido esse o cumprimento mais pleno dessa promessa.

Pr. Thiago G. Sanchez

"FELICIDADE NA ÓTICA DE JESUS E DO EVANGELHO"


"QUEM, NA ÓTICA DE JESUS E DO EVANGELHO, É DE FATO FELIZ? E PORQUÊ?"

Texto: Mateus 5:3-12

INTRODUÇÃO:

SER FELIZ é o que qualquer pessoa deseja, afinal, este é O SENTIMENTO QUE OCORRE SEMPRE QUE ALGO BOM NOS ACONTECE.

Daí Jesus inaugura seu discurso mais importante, chamado de "Sermão do Monte", e ele vai na contramão, porque ele vai ensinar o seguinte: QUEM, NA ÓTICA OU NO PONTO DE VISTA DE JESUS E DO EVANGELHO DO REINO, É REALMENTE FELIZ.

Em Mateus 5, versos 3 a 12 encontramos as "bem-aventuranças". É uma sequência de versos que seguem basicamente a mesma estrutura dizendo: "Bem-aventurados ou FELIZES ou MUITO FELIZES ou MAIS DO QUE FELIZES os que ... porque ..."

O intrigante é que, nos itens que Jesus declara no: "...que...", normalmente não vemos ali razão ou motivo para felicidade ou para sermos felizes. 

Dificilmente associa-se à felicidade, coisas como: "ser humilde", "chorar", "sofrer perseguições".

DESENVOLVIMENTO:

Jesus ensina aqui um princípio muito importante que vai na contramão do entendimento de muita gente; A VERDADEIRA FELICIDADE NÃO ESTÁ NO: "OS QUE", E SIM NO: "PORQUE".

Às vezes, fazer o que é certo pode ser difícil, e exigir renúncia, mas com certeza o fazer o certo sempre vai produzir no final alegria!

LIÇÃO: "A felicidade não é o objetivo final, mas sim a conseqüência de se fazer o certo diante de Deus!"

É muito importante lidarmos com isso, pois, vivemos um tempo em que as pessoas desejam ter resultados rápidos. Mas o que aprendemos com Jesus é que a felicidade não será obtida tão rapidamente assim. 

"É necessário um tempo para que possamos colher os frutos de ações corretas!"

REFLEXÃO: "Fazer o certo em determinado momento pode exigir muitos dias de choro, pode exigir muitos dias de humilhação e até perseguições. Mas, com certeza, trará no final uma felicidade perene!"

Isto está intimamente ligado à nossa esperança no Messias, pois sabemos que quando ele retornar, ele estabelecerá o seu Reino, e julgará a todos, retribuindo a cada um segundo suas obras: vida Eterna aos que se sujeitaram à sua vontade; e, condenação eterna a quem desprezou a sua vontade.

Por isso mesmo, antes de começar a ensinar sobre a Torá em sua profundidade e amplitude em Mateus 5, Jesus destacou quem serão os felizes, pois todos os itens das "bem-aventuranças" estão ligadas às conseqüências terrenas e eternas de se sujeitar à vontade de Deus.

Ao nos sujeitarmos em obediência aos mandamentos da Torá de Deus na base que é o amor sincero e prático, seremos provocados à humildade, à fome e sede de justiça, à mansidão, à sermos misericordiosos e pacificadores, poderemos chorar pelas renúncias e sofrermos perseguições por não nos adequarmos ao presente sistema do mundo caído.

Ao nos sujeitarmos em obediência à Deus podemos sofrer momentaneamente. Não é fácil lutar contra as regras deste mundo caído, muito menos é fácil lutar contra nossas próprias inclinações carnais, que não se sujeitam a Deus.

Mas, o que aparentemente pode parecer sofrimento, um dia resultará em uma alegria muito superior. Haverá consolo, justiça e misericórdia, herdaremos a terra e seremos participantes do Reino de Jesus que trata-se do Reino do Eterno à quem originalmente pertence (1 Coríntios 15:24-28). Seremos chamados filhos de Deus.

Assim, obedecemos aos mandamentos do Eterno não pelo: "...os que...", mas pelo: "...porque...", expressos nas: "bem-aventuranças".

LEMBRE-SE, ATRAVÉS DO SERMÃO DO MONTE, JESUS ENSINOU QUE:

A VERDADEIRA FELICIDADE, NÃO ESTÁ NO: "OS QUE", E SIM NO: "PORQUE".

A FELICIDADE NÃO É O OBJETIVO FINAL; A FELICIDADE É NA VERDADE A CONSEQÜÊNCIA.

Consequência (ou objetivo final) esta(e), DO SE FAZER A VONTADE DE DEUS, O CERTO PERANTE OS OLHOS DE DEUS, AINDA QUE NÃO SEJA FÁCIL, AINDA QUE DOA, AINDA QUE SANGRE!

Pr. Thiago G. Sanchez